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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Travestis



Travestis




Difícil tarefa pra um homem é entender uma mulher, nós homens vivemos em mundos diferentes, nosso mundo é simples, pelo menos é o que nos parece ser, mas eu sei que para as mulheres também é um mundo complicado, nem tanto para elas, por que as mulheres tem o poder dentro delas, já que nós homens somos seduzidos pelos olhos, e venhamos e convenhamos, a mulher tem a beleza natural, cada curva, cada detalhe, parece que Deus fez Justamente para nos seduzir e dominar, mas na busca de alguns homens por esse poder de sedução, nasceu a travesti e ai complicou tudo, pois as travestis são como uma mistura química homo genica desses dois mundos, ou seja, um mundo totalmente novo, assim como numa reação química pode resultar numa substancia nova, essa mistura trouce algo novo, um novo mundo, complicado para homens e mulheres, aqui vou tentar explicar e definir algumas coisa desse mundo complicado das TRAVESTIS.
Quem me acompanha no blog há algum tempo e sabe um pouco da minha história, sabe que sou uma travesti, bissexual, casada com mulher, mas que antes disso tudo eu passei por diversas fases na minha vida, me tornei travesti já bem tarde, com uma idade bem avançada para a maioria que geralmente começa com seus 16 anos de idade, mas isso não me trouce tanta desvantagem assim, por que eu pude viver situações em que a maioria das travestis não passaram, minha história de vida bem peculiar, na ordem cronológica sexual da minha vida eu fui hetero, bissexual, mas puxado pro homo, pois me relacionava mais com homens do que com mulheres, depois vivi minha fase de interesse transexual, onde eu fiquei completamente fascinado pelo corpo das travestis, achava aquela silhueta singular, diferente das mulheres, porem bem mais diferente dos homens, essa fascinação toda me levou a ter vários contatos com travestis, todos frustrados no final, mas vou explicar o por que das frustrações.
De todas as travestis que eu conheci, a Marcela foi a que mais me interessou, na minha busca por experiências trans eu fui até o Cine Iris, um cinema pornô da Cinelândia em que trabalham varias travestis, Marcela trabalhava lá, tinha uma bunda estupenda, negra, da minha altura mais ou menos, seios grandes e pelo porte parecia ter um pau enorme, mas não era essa minha fissura nela, simplesmente olhava aquela bunda e ficava doido, até que um dia ela me perguntou se eu queria fazer um programa e eu aceitei, tranzamos na escadaria do cine mesmo pois o boxe do banheiro onde elas usavam pra atender seus clientes, já estavam ocupados pelas outras travestis, ela parecia enlouquecida de tesão, hora eu comia ela, logo depois ela falava, “deixa eu te comer um pouco”, ficávamos nesse troca-troca e por mais de umas meia hora, o que é um pouco incomum nesses programas de cinema, geralmente é coisa bem rápida, por isso as meninas cobram barato lá, até que ela finalmente pediu pra mim gozar, eu socando forte no rabo dela, os dois suando muito, ela dizendo, “goza filho da puta, goza meu gostoso”, como era programa eu fiz, antes que ela decidisse que já era hora de acabar, mas ela me deu um esporro, “ porque você gozou? tava tão bom”, respondi apenas que fiz por que ela pediu, ela então me deu seu numero de telefone e disse que queria me receber em sua casa, mas que não seria programa, queria se divertir de verdade, dai por diante foram varias fodas gostosas, ela foi a primeira pessoa que eu fistei, nosso sexo era muito quente e gostoso, sem frescuras e sem limites, parecia que seria uma relação duradoura, porem o que eu não sabia é que vários homens, principalmente os bonitos, costumam explorar as travestis, começam a relação, logo perdem o emprego como num passe de magica, se acomodam na casa delas e passam o dia de pernas pro alto esperando sua puta particular chegar com o dinheiro, esse não era o meu caso, já tinha uma situação financeira estabilizada, mas ela não sabia, mesmo por que, não vou começar uma relação abrindo toda minha vida pra pessoa, mas os problemas chegaram, saímos pra dar uma volta na área onde ela morava, paramos num trailer de um amigo dela, ela tomou três cervejas, eu duas cocas medias, quando puxei o dinheiro pra pagar, ela me disse, “não precisa pagar a minha cerveja, paga só o seu refrigerante”, assim o fiz, porem já em casa ela começou a discutir comigo, por que eu não paguei a cerveja, por que se fosse uma mulher eu tinha pago, devido as constantes acusações de supostas tentativas de me encostar nela financeiramente, acebei desistindo e partindo pra outra, depois de um tempo, encontrei ela já com marido novo, feliz e tentando fica devagar, digo isso por que a Marcela é tarada, sexo pra ela é como um vicio, só sossega quando esta com relacionamento sério com alguém, passou um tempo e nos encontramos novamente, dessa vez ela me relatou que ele estava lá na casa dela encostado, que já era o quarto marido e que já já ela o botaria pra correr como fez com os outros, disse se arrepender de não ter me segurado, mas fazer o que, passado é passado.
Tive outros relacionamentos complicado, uma outra travesti que morava em Copa, tinha bastante dinheiro, falava isso com orgulho, a conheci justamente numa situação atípica, eu estava na Praia do flamengo, ela passou por mim, fez um sinal e eu fui atrás, mais na frente, entrou no meio de uns arbustos, onde só tinha um casal de homens tranzando e me mostrou sua rola que era enorme, quando cheguei perto ela me ofereceu dinheiro pra me levar pro motel, eu topei e assim começamos a nos relacionar, ela só curtia fazer ativa, mesmo por que ela tinha umas cicatrizes muitos feias nas nádegas, devido a uma aplicação de silicone feita errada e com certeza mesmo se ela pagasse eu não conseguiria fazer ativo com ela, não demorou muito e eu já frequentava livremente a casa dela, por ela ser muito rica, não precisava do meu dinheiro pra nada, então com o tempo passou a me jogar na cara as coisas que me dava, o engraçado disso tudo é que ela ainda sustentava o ex, pagava o aluguel dele, o carro que ele usava era um dos dela e até a gasolina que ele colocava ela bancava, já que o cartão de créditos dele era por conta dela, e ainda dava mesada rsrsrs, ridículo isso, mas fazer o quê, um dia ela cismou que queria se exibir comigo na Boate Casa Grande, mas queria me dar uma banho de loja, pois queria que eu fosse impecável, já que a imagem dela era muito importante, compramos um conjunto de roupas social, mas eu vi uma bermuda que me chamou atenção e perguntei se podia levar, “ pode né, fazer o que né, cusinho caro esse seu”, fiquei puto, mas como eu tinha pedido, engoli meu orgulho, a ultima foi no mercado, tinha um segurança negro, enorme, seus 2.10 de altura, claro que um homem desse tamanho eu vou olhar, mesmo se não fosse entendido, quando chegamos em casa, ela começou a discutir comigo, dizendo que eu estava dando mole pro negão na cara dela e mas uma vez eu cai fora, adorava aquela pica, mas era estresse de mais pra mim, se eu quisesse um homem, estaria com um, mesmo por que tinha muita capacidade pra isso e muitos pretendentes.
Conheci uma outra travesti na Praia do Flamengo, na verdade eram três, estava eu e mais dois caras que eu nem conhecia, mas como eles também estavam afim delas, pelo interesse em comum, acabamos indo todos para o seu apartamento, elas moravam todas juntas e a que gostou de mim era a mais velha e dona do apartamento, hoje entendo que ela era a cafetina delas, por isso que mandava e desmandava, fiquei no melhor quarto, privacidade total, porem depois da tranza que apesar de simultânea, foi separadamente, nos reunimos todos os seis, a travesti que estava comigo ligou pra uma amiga, que logo veio atendê-la e começou a me oferecer bermudas, camisas ,tênis, confesso que fiquei bolado, disse não gostar de nada, ela mandou a menina voltar outro dia com mais coisas pra me mostrar, pois queria me dar presentes, lembrei da minha experiência com a travesti de Copa e cai fora sem levar nada e nunca mais voltei, concluí que o lado financeiro pra uma travesti era muito importante, mas eu estava acostumado a pagar minhas contas, a ser homem da casa, aquela vida de submissão financeira não era pra mim.
Passei então a me relacionar com travesti somente ocasionalmente, não queria mais me envolver, pois achava o apelo financeiro delas muito forte e não queria isso pra mim, nos meus relacionamentos ocasionais conheci uma travesti da bunda enorme, nossa como fiquei tarado naquele rabo, era lindo, gigante como tinha visto poucos, essa também conheci na Praia do Flamengo, fui de lá direto pra casa dela em Santa Cruz, uma viagem e tanto, mas pra comer aquela bunda eu faria qualquer sacrifício, cheguei na casa dela, fui bem recebido e tal, mas na hora do sexo ela fez de tudo pra me comer, acabei deixando, porem depois que ela me comeu não quis mais deixar eu comer ela, fiquei literalmente de pau na mão e acabei voltando frustrado pra casa, não entendia, se um homem transforma seu corpo em um corpo feminino, enfrenta o dia a dia na sociedade pra fazer valer sua escolha sexual de vida, então o por que desvirtuar isso tudo preferindo ser ativa? Isso era complicado de mais pra minha cabeça, uns anos depois acabei voltando na casa dela e de novo ela queria me comer, mas não se lembrava de mim e nem eu dela, só caiu minha ficha quando realmente cheguei em sua casa, pois tudo estava exatamente da mesma forma, claro que dessa vez não dei mole e passei a pica com vontade, ela sim que ficou de pau na mão, deixei bem claro, “O macho aqui sou eu, você aqui é a fêmea”, ai sim, desse vez foi ótimo, pelo menos pra mim, mas teve uma experiência que me marcou muito, uma travesti do Cine Iris mexia com minha cabeça, ia lá só por causa dela, mas não queria pagar programa, aquela eu queria pra mim mesmo, ela era da cor jambo, com cabelos loiros, quadris bem largos, alta, carinha redonda de paraíba rsrsrs, boca, cor, pele, bunda, tudo me seduzia naquela mulher, mas eu queria que ela chegasse em cima, pois só assim poderia jogar meu charme e saber que daria certo, mas nessas idas e vindas, acabei saindo com uma colega dela, negra, bonita, que insistiu muito pra sair comigo, mesmo eu dizendo que não estava afim, ela falou que não me cobraria, que me queria de qualquer jeito, sabe como é homem né, cabeça de baixo pensa com mais força, mesmo por que, não tinha nada com a outra, apenas estava afim, acabei indo pro boxe do cine, pois ali que elas atendiam os clientes, lá eu tentei ser o ativo com ela, mas ela não quis, estava tarada na minha bunda, que modéstia parte sempre foi grande e bonita, muito habilidosa, acabou invertendo a situação e finalmente me comendo, ela fez ativa comigo, eu confesso que não queria, apesar dela ser bem dotada e ter uma pica muito bonita também, mas pela insistência acabei cedendo e mais uma vez fiquei de pau na mão, o tempo passou e voltei no cine atrás da minha musa, finalmente essa travesti que tanto me interessava me enxergou, me ofereceu varias vezes um programa, mas recusei educadamente todas as vezes, ela então tarada em mim, disse “ok, vai pro boxe do banheiro que vou atrás, não vou te cobrar“, claro que fui eufórico, porem no caminho encontrei com aquela amiga dela negra, que eu tinha saído da outra vez, passou por mim, me olhou de cima a baixo, sacou a situação e disse pra outra, “é mona, esse dunda aquenda o edy horrores, xocotô”, eu não entendi nada do que ela disse, mas a outra nem chegou a entrar no banheiro, apesar de não entender o dialeto, com a atitude da outra eu saquei que ela tinha contado que eu tinha dado o rabo pra ela, não entendia o porque uma travesti fazia tanta questão de comer a gente, se depois isso faria com que ela não quisesse mais sair com a pessoa, claro, hoje com a mente mais aberta pro mundo das travestis, entendo que ela saiu comigo sem me cobrar, o que na cabeça dela, deu direito a posse sobre mim, me ver saindo com outra, foi como uma traição, que ela não deixaria barato, por conta disso, acabei perdendo a oportunidade que tanto esperava de mostrar aquela travesti linda, que até hoje eu nem sei o nome, que eu era bom suficiente pra ficar com ela.
Muita coisa se passou na minha vida, até surgir Sandra Backer, mas com esses meus três anos de pista, aprendi muito sobre o dialeto, comportamento e modo de pensar, como já deu pra perceber, pelos meus relatos, sou uma pessoa muito observadora, conheci CDs e travestis de diversas personalidades e comportamentos, a travesti de Copa que relatei a cima, já tinha sido casada com mulher, teve um casal de filhos, e depois acabou se transformando, uma história um pouco parecida com a minha, sendo que ela se transformou por que amou um homem e por ele virou mulher, ele acabou falecendo e ela não quis mais saber de mulher, se relacionava apenas com homens e somente sendo ativa, resultado da experiência marital que teve de anos com sua mulher, onde ela não conseguiu esquecer seu lado chefe de família, seu lado machista, onde eu digo, eu sou o homem, eu banco, eu cobro, eu posso, eu não me submeto.
Marcela era ativa e passiva, muito puta na cama, bem estabilizada financeiramente, com seu apartamento, seu carrinho, coisas que provavelmente lutou muito pra ter, o que deixava cada vez mais neurótica em relação a parte financeira, isso sempre atrapalha ela nos relacionamentos, na Augusto Severo conheci também uma travesti que não topava fazer programa como passiva, alguns caras que saiam com ela ficavam putos, por que no quarto ela não deixava eles comerem ela e quase sempre acabava comendo eles, claro que rolava estresse com os que só eram ativos também, por varias vezes me perguntaram se eu faria apenas passiva com eles, se no quarto não ia rolar estresse deu querer come-los, outras duas amigas minha da pista, todas as duas muito lindas, eram caso, moravam juntas, uma vivia como homem e a outra era fêmea 24 horas, morriam de ciúmes uma da outra, era engraçado rsrsrs, quando pintava um cliente bonitão querendo sair com uma delas, a outra ficava uma pilha de nervos na pista esperando a outra sair do motel, ficava se queixando da demora da outra, ”devia estar bom lá no quarto né, você demorou tanto”, causos da vida rsrsrs.
Conheci uma outra também, ainda no meu começo de relacionamento com travesti, ela era em especial muito grande, gordinha, que é uma coisa que eu adoro, mulheres gordinhas e travesti gordinha, é uma raridade, conheci poucas, todas lindas, essa não era assim tão gordinha, quase não tinha barriga, cintura fina, porem seu quadril era enorme, de seus 1.60 de largura, bem alta também, loira, cabelos compridos, seios grandes, e uma cor linda de praia com uma marquinha mais linda ainda, fiquei louco quando vi aquela mulher, fui pro banheiro que era onde ela fazia seus programas e comecei a me masturbar, esperando ela entrar, não demorou e ela veio me perguntar se eu queria fazer um programa com ela, mas a verdade é que eu estava duro, por que se não, com certeza eu faria sim, não perderia aquela oportunidade de forma alguma, fiz uma cara de safado e comecei a alisar seu pau ainda dentro da calcinha, ela gostou, retribuiu me masturbando com uma cara mais safada ainda, saiu do banheiro e retornou mais duas vezes, sempre parando onde eu estava e perguntando novamente sobre o programa, só que na terceira vez esclareci a ela que estava realmente duro, mas que fazia questão de voltar um outro dia pra sair com ela, porem assim que eu comecei alisar seu pau, ela tirou pra fora da calcinha ,era um pau monstruoso de grande e grosso, bem maior que o meu e olha que o meu é grande, masturbei ela, mas ela queria mais do que isso, puxou minha cabeça para baixo de encontro ao seu pau e eu não ofereci resistência, chupei gotoso aquela rola, ela então me falou, “vem comigo pro banheiro feminino, lá vamos ter total privacidade, quero te ter por completo, sem pressa”, nos recompomos e fomos para o outro banheiro, lá ninguém entrava, tiramos toda a roupa e começamos uma orgia sexual, que mais parecia fome ou gula, devorávamos um ao outro, ela me chupa, eu chupava ela, chegamos a fazer um meia nove no chão apenas coberto pela toalha dela, ela sentou na privada e eu sentei em sua rola, cavalgando ela gostoso, peguei ela de quatro, depois ela me pegou de quatro, até de ponta cabeça aquela mulher me deu, e olha que ver aquele rabo imenso de quatro pra mim era o paraíso, gozamos gostoso os dois, quando terminou nosso sexo pra lá de quente, ela me confessou que era casada, que o marido dela era bandido, ciumento e perigoso, mas que apesar disso tudo, ela queria ficar sério comigo, pois ele era apenas ativo, mas ela a tempos que queria um cara legal, bonito e que topasse tudo como eu, queria ficar comigo como amante e confesso que eu até teria coragem, porem ela marcou comigo numa macumba que ela ia, pois segundo ela , ele não curtia essas coisas, eu também por ser da igreja nessa época, fiquei receoso de ir na macumba e acabei não indo, perdi contato com ela, nunca mais a vi no cinema, um tempo depois descobri que ele matou ela por ciúmes.
Claro que tive muitas outras experiências com travestis, até mesmo depois de me transformar, mas acredito que essas que relatei seja o suficiente pra dar um certo entendimento sobre como se relacionar como uma travesti, se você é um homem bonito e quer ser bancado por uma travesti também bonita, saiba que vai sofrer algumas humilhações por isso, mas se pegar uma feia , ela vai te bancar numa boa, só pra te ter como peça de exibição, se for passivo, saiba que travesti curte homem ativo e costuma cobrar dos passivos, a menos que você realmente tenho um corpo e bunda linda, ai sim ela vai te comer numa boa, porem pode esquecer relacionamento, pois não vai rolar, travesti pensa o seguinte em sua grande maioria, homem que da o rabo uma vez, da outra e outra e outra, acaba invertendo a situação e virando a fêmea da casa, esquecendo que uma travesti se transformou, colocou silicone na bunda e tudo mais, por que ela gosta de ser comida e ser vista sempre como mulher, outro detalhe importante, o cara que come, se gostar mesmo, ele até fica comendo só uma, porem o cara que dá, mesmo gostando, ele trai, por que não consegue ficar dando pra um piru só, não estou dizendo que você tenha que ser obrigatoriamente ativo pra sair com uma travesti, porem se você é ativo e passivo, antes de tentar um relacionamento mais sério, procure descobrir se esse travesti curte realmente fazer ativa e se ela gosta realmente da sua bunda, pois assim como analisamos fisicamente uma mulher, a travesti analisa fisicamente o homem, isso vai ser essencial para que tudo dê certo, outra coisa, é nunca deixar a travestir sentir que você a enxerga como um homem, assim como você trata uma mulher, da mesma forma você deve tratá-la, mesmo sendo passivo pra ela, e digo que isso é possível, pois sou ativa e passiva com minha mulher, e mesmo assim não deixo de tratar ela como a parte feminina do relacionamento.
Quanto as mulheres, a maioria das travestis as veem como competição, por isso essa grande aversão as mulheres, o que é até compreensível, pois passo muito por isso, de estar tranzando no mesmo ambiente que uma mulher esta, e acabar sendo ignorada pelo homem, que não quer simplesmente se expor como comedor de viado para a mulher, ou seja. O lado machista fala mais alto do que o tesão, e olha que levo muita cantada ao pé do ouvido nesse tipo de situação, tipo “queria te pegar mas em outro lugar, fico tímido na frente dos outros”, porra nenhuma, se ele ficasse realmente tímido, não comeria a mulher, só que no meu caso eu gosto realmente de mulher, então se o camarada bobear, eu pego ela e faço melhor que ele.
Só pra fechar, sou Sandra Backer, sou travesti, gosto de mulher, sou muito ativa com mulheres, mas se a mulher for bem safada, sou passiva também pra ela, não sou aficionada em comer cu, mesmo por que a maioria das pessoas, seja homem ou mulheres não me aguentam mesmo no cu, sou tarada por bunda feminina, até me interesso por algumas bundas masculinas, mas são raras, mas CDs e travestis, que claro, tenham bunda feminina, eu gosto e muito, não tenho vergonha de dizer isso e canto e tudo algumas amigas minhas da pista, justamente por que tem uma bunda lida, me transformei em travesti por dois motivos, primeiro por que gosto de ser tratada como mulher e comida com gosto, por homens realmente ativos, adoro dar o cu, sou realmente viciada, não me masturbo dando o cu, pois não preciso disso pra sentir prazer, também não fico de pau duro dando o rabo, pois como eu disse, meu prazer esta única e exclusivamente no cu, se eu me masturbar, transfiro o prazer do cu pro pau e ai pelo menos pra mim perde a graça de ser penetrada, segundo por que gosto de mulheres bissexuais, ou seja, mulheres que curtam um corpo feminino, que chupe peitinho, lamba o cu, mas que na hora H, vire de quatro pra mim e deixe eu mostrar que sou tão homem quanto qualquer um, adoro homens de pica grande e quando digo grande, é grande mesmo, acima de 22 cm, meu maior pau até hoje foi 26, mas qualquer dia desse vou a Manaus conhecer um indio amigo da minha esposa que tem 31 cm e quero ele todinho dentro de mim, tenho certeza que eu aguento pois tamanho pra mim, significa 80 % do prazer, os outros 20 vai depender do talento de quem come.
Resumindo, sou ativa para elas “CDs, travestis e mulheres” e passiva para eles, só como quem eu realmente quero, mas se você não estiver nessa lista e quiser me dar, só me contratar, pois faço programa, mas como ativa do que como passiva, mas se você tiver uma bunda bonita e um pau enorme, ou pelo menos uma imaginação bem criatividade e fértil, me procure gatinho, por que a cama vai pegar fogo, bjs da sua amiga Sandra Backer.

Segue fotos de algumas travesti que peguei pela net, não conheço a maioria então não adianta pedir contatos, apenas para apreciação de algumas beldades trans ao meu gosto.






















































16 comentários:

  1. oi Sandra, sou o Carlos, moro no RJ tb, venho acompanhando seu blog recentemente... assinei ele no google reader, mto legal. pow esse post me chamou atenção pelo fato de vc ter sido marido da Marcela do Orly (vc colocou Iris mas iris é o cine da Carioca, o da cinelandia é o Orly onde trabalham a Marcela e a Tetê tb , conhece a Tete?). Pow saí mto com a Marcela, mas mto mesmo, ia ao cinema só pra sair com ela, comia ela e fazia ela gozer e ela ficava chorando pois dizia q não ia conseguir ficar de pau duro de novo pros outros clientes... pow era um boa foda, um rabão grande, pau gostoso de pegar, na última vez que saímos faz um ano e meio quase 2 anos finalmente cedi e dei pra ela, nunca tinha dado pra ela, foi uma merda, ela meteu a seco, eu tava meio mole, meu cu sangrou eu gozei só por gozar, daí vim embora, vi que era hora de parar com esse lance de cinema dá mta bicha velha e as vezes as trans não estão, ainda fui ao Iris 2 x ano passado e dei para uam baixinha gostosa de lá, Beatriz.. comi e dei, sei lá mas no Iris meu tesão era um efeminado q as vezes eu pegava lá, menino mocinha mas com um pauzao gostoso e nao era programa era só tesão mesmo, comia e dava.. mas sei lá os cinemas estão morrendo... a minha primeira vez com trans foi no iris na decada de 90, sarração, punheta mútua, beijos mil na boca e os 2 gozando, era uma loura alta cheirosa branquissima nunca mais vi na vida... bem... parabéns pelo post e pelo blog, beijos nessa bunda gostosa! Carlos

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  2. Oi Sandrinha como é gostoso ler seus relatos. Acho eles muito sincero e excitantes. Vc traz para quem le toda realidade de sua caminhada e isso me desperta uma vontade de ser tocada, comida, e comer vc rsrrssrsrsr. Beijos da sua fã Bruna.
    Veja algumas fotos minha em:
    www.sexlog.com.br/srabruna38

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  3. Oi sandra eu sempre por aqui me deliciando com sua narrativa e fotos. Estou excitada novamente rsrsrsrsrssrsr. Beijos
    veja algumas fotos minhas no sexlog.
    Www.sexlog.com.br/srabruna38

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  4. Sandra, Bom dia

    Mais uma vez venho parabenizar, você por mais um lindo relato , e obrigado por nós orientar sobre esse mundo das travestis, sobre o que elas pensam.
    Eu particulamente gosto muito de travestis, admiro elas, mais como você mesmo relata um pouco complicado as vezes de ententer.
    sabe me dizer se ainda funciona o cine iris.
    Beijão e abraço forte
    Allan/RJ.

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  5. Verdade Carlos,você tem toda razão,troquei o nome dos cines,o Iris fica perto,mas não é na cinelândia,quanto a Marcela,acredito que ela ainda trabalhe lá no Orly, das poucas vezes que encontrei ela,foi na Boate Casa Grande, eu curti muito cine,mas hoje em dia ta uma coisa meia pesada,pior do que pista,cheio de gorotos de programa competindo com as travestis, muita gente ia apenas pra se divertir,hoje em dia ta difícil de achar espaço pra isso.

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  6. Oi Alan,ali pelo centro funcionam os cines Astor,Iris e Orly,todos pertos um dos outros,tem o cine de cascadura, que ainda funciona,o de madureira até a ultima vez que passei por lá ainda estav em funcionamento,o de caxias, e o Santa rosa na pavuna,minha terra rsrsrs, esse são os cinas pornô que eu conheço e que rolam pegação e tem travesti trabalhando neles ok,bjs.

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  7. Bruna,vi sua pagina no Serxlog,bem interessante,me mande seu MSN através de comentários aqui, que prometo que não vou aceitar o comentário para que todos tenham acesso ao seu email,apenas vou te add e deletar o comentário ok,bjs,vamos conversar no MSN, só não mando o meu,por que não quero que todos tenham acesso a ele,sou uma pessoa reservada, que gosta de privacidade e procuro agir com as pessoas da mesma forma.

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  8. oi carla, queria saber se voce tem face ou orkut?
    moro no rio e gostaria de te conhecer.
    sou modelo, educado, esportista e queria bater um papo com voce.
    beijos

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  9. Obrigada Bruna pela confiança,vc já esta add no meu MSN ok,bjs gatinha

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  10. não sei quem é Carla,mas deixei seu comentário passar,acredito que vc tenha postado errado,mas de qualquer forma se a tal Carla ver,pode te responder ok,boa sorte

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  12. Oi Sandra, gostei demais do seu relato, agora começo entender as trans. Mas o que eu não entendo é como a maioria esmagadora das trans tem pau grande? Eu nunca vi uma trans ao vivo e a cores completamente nua, mas a maioria esmagadora que vejo na net tem pauzão. Por que será? Será porque uma boa parte dos bens dotados tem tendências homos sexuais e uma parcela se transvertem? Se você poder explicar ficaria agradecido

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  13. Olha, é complicado entender a cabeça de uma travesti através da minha experiência de vida, por que sou ou pelo menos me considero um travesti totalmente diferente do que a maioria se propõe a ser, pra começar sou bissexual, o que você pode até encontrar, mas é raro de achar, fora outros comportamentos que tenho que não condiz com o estilo de vida da maioria das travestis, quanto a ter pau grande, claro se você tem você mostra, se não, simplesmente não mostra, dificilmente você vi ver uma travesti exibindo um pau de 15 cm, mas eu conheço varias que tem nessa média, mas numa coisa você acertou, de 100% dos homens passivos que me procuram, 80 % são bem dotados, de 100% dos ativos que me procuram 95% são de dote pequeno pra médio, não sei explicar o por quê, essa lenda que dizem que pau grande dificulta ereção , como disse é pura lenda, tanto o pequeno como o grande tem capacidade de ereção igual, então não é esse o motivo, mas uma coisa é certa, dar o cu é muito bom e viciante, mas eu acho um desperdício um dotadão que só faz passivo, mas não vai nessa de que a maioria das trans são dotadas, mas uma coisa é verdade, dotada ou não a maioria das trans faz mais ativa do que passiva, embora a maioria prefira ser passiva.

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  14. Nossa daria tudo pra conhece-la vc e uma bela trans , sou de mesquita e gostaria muito de fazer um programa com vc me daria esse honra ?

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  15. adoro travesti negra e princ as roludas.. so tem gostosa aqui,, queira levar todas essas rola no cu.. mamar todas e tomar todo leitinho rsrs,, bjos

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  16. Oi bb, infelizmente eu não a conheço pessoalmente, nunca nos falamos, sei que ela tinha perfil no sexlog ,mas não me lembro o nome dela, ela atendia em copa, é tudo que eu sei a respeito dela ok, espero que a encontre novamente,bjs

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